E foste.Partiste mais uma vez como se eu não importasse, como se eu não existisse. Ainda te achaste no direito de me condenar por ter estado com aqueles que me têm apoiado neste tempo todo em que nos separamos.
Não compreendo. Respeito-te a cada passo que dou. Desconfias a cada segundo que passas sem mim, apesar de teres sido tu a partir.
Sem pedir opinião, foste. Tinhas esse direito. Quem sou eu para impedir? Ninguém. Apesar de saber que iria correr mal, apoiei a tua ida. Mais uma vez conseguiste abalar-me com cada palavra que me disseste hoje.
Tu é que partiste. E tu é que não confias!
Pensa.
Não tenho forças para me erguer e correr atrás. Caí no chão cheia de solidão, cheia de medo e cheia de lágrimas. Voltaram contigo, ainda parvas.
Pensa ainda mais.
Pensei, agora vou agir! **
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